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	<title>Sollipsis Interactive</title>
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		<title>Apresentação no 8° Venture Forum</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jul 2005 17:36:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>herval</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Investors]]></category>
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		<description><![CDATA[
View more presentations from Herval Freire.

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			<content:encoded><![CDATA[<div id="__ss_1746675" style="width: 425px; text-align: left;"><object style="margin:0px" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=sollipsis-ventureforum-090721000609-phpapp02&amp;stripped_title=sollipsis-venture-forum" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed style="margin:0px" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=sollipsis-ventureforum-090721000609-phpapp02&amp;stripped_title=sollipsis-venture-forum" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<div style="font-size: 11px; font-family: tahoma,arial; height: 26px; padding-top: 2px;">View more <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/herval">Herval Freire</a>.</div>
</div>
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		<title>Key Dance</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jul 2005 00:28:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>herval</dc:creator>
				<category><![CDATA[Posts em Português]]></category>
		<category><![CDATA[Products]]></category>
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		<description><![CDATA[Outro desenvolvedor brasileiro que está exportando jogos em Java é a Sollipsis, sediada na Paraíba. A empresa está para firmar contratos com duas grandes operadoras de telefonia móvel norte-americanas que pretendem oferecer aos assinantes cinco de seus jogos. A principal aposta da Sollipsis está no &#8220;Key Dance&#8221;, game que consiste em seguir os passos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Outro desenvolvedor brasileiro que está exportando jogos em Java é a Sollipsis, sediada na Paraíba. A empresa está para firmar contratos com duas grandes operadoras de telefonia móvel norte-americanas que pretendem oferecer aos assinantes cinco de seus jogos. A principal aposta da Sollipsis está no &#8220;Key Dance&#8221;, game que consiste em seguir os passos de dança que aparecem na tela usando as teclas do celular.<span id="more-18"></span></p>
<p>A Sollipsis é a primeira empresa brasileira focada no desenvolvimento de jogos para plataformas móveis &#8211; computadores portáteis e telefones celulares de última geração &#8211; e tem como principal missão a produção e lançamento de soluções em entretenimento digital Os jogos desenvolvidos pela empresa são especialmente projetados para as plataformas operacionais SymbianOS, BREW e J2ME. Os primeiros produtos comercializados focam os dispositivos celulares com suporte à tecnologia Java, e encontram-se em fase de distribuição em operadoras de telefonia dos Estados Unidos e Europa, através de publishers internacionais.</p>
<p>Entre operadoras CDMA o padrão preferido é o Brew. A linguagem é igual para todos os fabricantes e permite o uso de sons, vibração, luzes etc. O problema é que os desenvolvedores parecem preferir o Java, pois a Qualcomm cobra pela licença e testes dos softwares desenvolvidos em Brew. &#8220;Também pretendemos trabalhar com Brew, mas o uso desse padrão requer um planejamento financeiro mais detalhado, para não correr o risco de ter prejuízo no futuro&#8221;, explica Herval Freire, diretor da Sollipsis, empresa brasileira que desenvolve jogos em J2ME. Mesmo assim, já existe um aplicativo para Brew que permite a leitura de Java.</p>
<p>O negócio de exportação de aplicativos e jogos ainda é incipiente mas já existem casos de sucesso. O Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar) vende dois de seus jogos em Java para usuários de quatro operadoras internacionais: Verizon Wireless, dos EUA; Singtel, de Singapura; Celcom, da Malásia; e Telefónica do Chile. E está em negociação com várias outras operadoras internacionais. O sucesso fará com que a divisão de produtos wireless do Cesar se torne uma empresa à parte. A expectativa de receita não é divulgada, mas 70% virão da exportação. Conquistar investidores de peso também é difícil. &#8220;Depois do fracasso do WAP, os investidores têm medo de apostar em Java&#8221;, diz Herval Freire, da Sollipsis, desenvolvedora da Paraíba.</p>
<p>&#8220;As operadoras brasileiras estão no começo da linha de adoção da tecnologia&#8221;, explica o responsável pela área sem fio do Cesar, Haim Mesel. De fato, os números no exterior são atraentes: na Verizon Wireless um jogo sem marca (leia-se sem personagens de desenho animado, astros de Hollywood etc.) gera em média 10 mil downloads/mês e tem vida útil de seis meses. Cada download custa US$ 5,99. A Ericsson estima que em 2007 o mercado de jogos sem fio movimentará US$ 41 bilhões ao redor do mundo.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.redetec.org.br/inventabrasil/keydance.htm">http://www.redetec.org.br/inventabrasil/keydance.htm</a></p>
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		<title>VoxBlue</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Jan 2005 03:53:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>herval</dc:creator>
				<category><![CDATA[Posts em Português]]></category>
		<category><![CDATA[Clients]]></category>
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		<description><![CDATA[A Sollipsis participou do processo de desenvolvimento da ferramenta VoxBlue E-Marketing Platform &#8211; uma ferramenta de email marketing completa (e o principal produto da empresa paulista).
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://voxblue.com.br" target="_blank"><img class="alignleft" src="http://voxblue.com.br/imgs/logo.gif" alt="" width="55" height="79" /></a>A Sollipsis participou do processo de desenvolvimento da ferramenta VoxBlue E-Marketing Platform &#8211; uma <a href="http://voxblue.com.br/produtos.php" target="_blank">ferramenta de <em>email marketing</em></a> completa (e o principal produto da empresa paulista).</p>
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		<title>Product Catalog</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Feb 2004 17:40:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>herval</dc:creator>
				<category><![CDATA[Posts in English]]></category>
		<category><![CDATA[Mobile]]></category>
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		<description><![CDATA[The following presentation contains a list of company&#8217;s current product line for mobile phones &#8211; as well as the catalog of published titles from our network of associates. Have fun!



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]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>The following presentation contains a list of company&#8217;s current product line for mobile phones &#8211; as well as the catalog of published titles from our network of associates. Have fun!<span id="more-122"></span></p>
<div style="width: 425px; text-align: left;"><object style="margin:0px" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=sollipsis-catalog-090721000623-phpapp01&amp;stripped_title=sollipsis-catalog" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed style="margin:0px" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=sollipsis-catalog-090721000623-phpapp01&amp;stripped_title=sollipsis-catalog" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
<div id="__ss_1746673" style="width: 425px; text-align: left;"></div>
<div id="__ss_1746676" style="width: 425px; text-align: left;"><object style="margin:0px" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=sollipsis-publishingcatalog-090721000611-phpapp01&amp;stripped_title=sollipsis-publishing-catalog" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed style="margin:0px" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=sollipsis-publishingcatalog-090721000611-phpapp01&amp;stripped_title=sollipsis-publishing-catalog" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<div style="font-size: 11px; font-family: tahoma,arial; height: 26px; padding-top: 2px;">View more <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/herval">Herval Freire</a>.</div>
</div>
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		<title>O jogo das operadoras</title>
		<link>http://www.sollipsis.com/2003/09/18/o-jogo-das-operadoras-br/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Sep 2003 00:14:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>herval</dc:creator>
				<category><![CDATA[Posts em Português]]></category>
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		<description><![CDATA[Teles começam a explorar o rico filão              de games. Costuram parcerias e montam modelo de negócios para              oferecer download aos clientes.
Toda a fantasia e atração     [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Teles começam a explorar o rico filão              de games. Costuram parcerias e montam modelo de negócios para              oferecer download aos clientes.</em></p>
<p>Toda a fantasia e atração              do universo dos jogos de videogame chegou às pequenas telas dos              celulares no Brasil. A cena de garotos em lugares públicos              concentrados na tela de seus celulares jogando batalhas como se              estivessem, de fato, defendendo o mundo já começa a ser vista              gradativamente. Brincadeira para uns, negócio sério para outros.              Enquanto os jovens se divertem nem imaginam que movimentam uma              importante cadeia de valores que envolve operadoras, provedores de              conteúdo, fabricantes de aparelhos e outros players, num mercado              ainda pequeno mas com imenso potencial de crescimento.<span id="more-11"></span></p>
<p>Nos              bastidores, empresas internacionais travam uma batalha de padrões              para impor sua liderança tecnológica. Enquanto não há definição, os              desenvolvedores de software sofrem com a verdadeira torre de babel              em que se constituiu a variedade de linguagens. Trabalham mais,              ganham menos, porque se houvesse uma padronização, os mesmos jogos              poderiam estar disponíveis para todos os aparelhos              simultaneamente.</p>
<p>No Japão, a NTT DoCoMo optou por adotar              tecnologias sagradas como HTML, HTTP, GIF, MIDI, Java etc., e              adaptou seu site no handset, numa tecnologia já usada no mundo. A              tese dos japoneses é de que o que é novo não funciona para os              provedores. E sem eles, não há conteúdo. O melhor é usar o que é              aceito mundialmente. Por isto, exemplificam, fracassou o WAP e o              padrão de videocassete escolhido no Brasil tornou o produto tão caro              por tantos anos.</p>
<p>No Brasil, os padrões de linguagem de              programação Java, Brew e Mophun brigam pela preferência das empresas              de telefonia móvel. Depois que a Vivo lançou seus primeiros jogos em              Brew para download, em março, TIM e Oi apressam-se para não ficar              para trás nessa disputa e prometem oferecer serviços semelhantes              para jogos em Java ainda neste semestre.</p>
<p>Em 2003, o mercado              de download de games para celulares e de realização de partidas              on-line, usando a rede das operadoras de telefonia móvel, deverá              render cerca de US$ 250 milhões de receita ao redor do mundo, de              acordo com estudo do ARC Group, da Inglaterra. Trata-se de um valor              pequeno porque é um mercado incipiente, mas as perspectivas são de              crescimento forte e estima-se que em 2007 esse serviço movimentará              cerca de US$ 3,5 bilhões.</p>
<p>Não há pesquisas a respeito do              mercado brasileiro de jogos para celulares. No entanto, mesmo que as              receitas sejam pequenas nos primeiros anos, ninguém quer ficar de              fora. &#8220;Trata-se de uma iniciativa importante para o posicionamento              da marca&#8221;, justifica o gerente de serviços de valor agregado da TIM              Brasil, Marcelo Soares. A operadora está em fase de escolha dos              jogos e definição dos preços a serem cobrados no País. Sua oferta              inicial deverá ser de 20 games.</p>
<p>A Oi começou os testes com              uma plataforma da Siemens para oferecer jogos gratuitos a usuários              dos modelos M50 e C55, do fabricante alemão. A idéia é que numa              primeira fase o cliente usufrua gratuitamente do serviço para              conhecê-lo. A cobrança só virá mais tarde, quando o serviço será              oferecido também a usuários de celulares de outros fornecedores além              da Siemens. Até o Telecom Américas, que sequer inaugurou sua              operação GSM, estuda o lançamento do serviço de download de jogos.</p>
<p>A Vivo tem uma lista de cinco jogos disponíveis, mas              pretende chegar a 50 até o final do ano. O vice-presidente de              tecnologia da informação e engenharia de produtos e serviços da              Vivo, Luis Avelar, não fala em números por enquanto: &#8220;Estamos mais              interessados em criar a mania dos jogos em celulares e gerar uma              massa crítica.&#8221;</p>
<p>A principal barreira para o desenvolvimento              do produto no Brasil é a pequena variedade de celulares capazes de              realizar download de jogos e aplicativos. Para Java, há meia dúzia              de opções e para Brew, apenas duas. Além disso, os modelos              disponíveis custam muito caro &#8211; na faixa de R$ 1,5 mil &#8211; para o              público de médio para baixo poder aquisitivo. Mas isso deve mudar. A              Nokia, por exemplo, já mostrou dez novos aparelhos que suportam Java              e que provavelmente serão lançados ainda este ano. Para Brew são              aguardados novos modelos da Samsung, da LG e de outros fabricantes.              Com o ganho de escala, os preços dos terminais cairão              gradativamente. &#8220;Com certeza teremos aparelhos Brew com preço abaixo              de R$ 1 mil ainda este ano&#8221;, promete Avelar. A Vivo poderá ter 300              mil usuários com celulares que suportam Brew em dezembro. O Java é o              mais usado por operadoras GSM, principalmente por ser aberto, o que              significa que desenvolvedores de jogos não precisam pagar taxa para              utilizá-lo. Uma versão simplificada do Java, chamada J2ME (Java 2              Platform, Micro Edition), foi criada especialmente para a              programação de aplicativos e jogos para celulares e PDAs. O problema              é que sua versão 1.0 não permite o uso de sons e nem de outras              funcionalidades dos aparelhos, como a vibração. Para resolver isso,              cada fabricante desenvolveu uma interface (Available Programming              Interface &#8211; API), espécie de extensão do J2ME.</p>
<p>Mas, a emenda              pode ter saído pior que o soneto. Um jogo que utiliza a API de um              fabricante não funciona no celular de outro fornecedor. Isso leva os              desenvolvedores a perderem tempo criando várias versões do mesmo              game. E as operadoras precisam atender a todos os modelos de              celulares quando montam sua lista de jogos para              download.</p>
<p>Entre operadoras CDMA o padrão preferido é o Brew.              A linguagem é igual para todos os fabricantes e permite o uso de              sons, vibração, luzes etc. O problema é que os desenvolvedores              parecem preferir o Java, pois a Qualcomm cobra pela licença e testes              dos softwares desenvolvidos em Brew. &#8220;Também pretendemos trabalhar              com Brew, mas o uso desse padrão requer um planejamento financeiro              mais detalhado, para não correr o risco de ter prejuízo no futuro&#8221;,              explica Herval Freire, diretor da Sollipsis, empresa brasileira que              desenvolve jogos em J2ME. Mesmo assim, já existe um aplicativo para              Brew que permite a leitura de Java.</p>
<p>O padrão Mophun,              desenvolvido pela sueca Synergenix, corre por fora na disputa pelo              reinado entre jogos de celulares. Os jogos nesta linguagem têm, em              média, entre metade e um terço do tamanho, respectivamente, daqueles              programados em Java e Brew.</p>
<p>A maior vantagem do Mophun, até o              momento, é ter sido escolhido como o padrão oficial dos celulares              SonyEricsson. Além disso, a Synergenix comprou os direitos de uso de              vários jogos da antiga marca de videogames Atari, que fez sucesso no              começo da década de 80. &#8220;Apostamos no Mophun porque seus arquivos              são mais compactos, o que acelera o download&#8221;, diz o gerente de              projetos GSM da Ericsson, Vinícius Costa. &#8220;Acreditamos que seja o              padrão mais adequado para iniciar o conceito de games em celulares              no Brasil.&#8221;</p>
<p>Não bastasse a existência de três linguagens de              programação diferentes para jogos em celulares, a variação no              tamanho e na resolução das telas dos aparelhos também atrapalha os              desenvolvedores. &#8220;Há celulares com telas cinza e outros com milhares              de cores. É muito comum um jogo funcionar bem num modelo e mal em              outro&#8221;, reclama Haim Mesel, gerente responsável por projetos              wireless do Centro de Estudos em Sistemas Avançados do Recife              (Cesar), desenvolvedor brasileiro de jogos em Java.</p>
<p>Para que              os usuários não se confundam com a multiplicidade de versões, as              operadoras instalam mecanismos de filtro, de forma que o cliente só              acesse a lista de jogos compatíveis com seu aparelho.</p>
<p>Essa              profusão de linguagens preocupa os fabricantes de celulares. Ninguém              quer que seus modelos sejam desprestigiados e tenham poucos games              compatíveis. Para evitar isso, a Nokia criou um selo, o &#8220;Nokia OK&#8221;,              para jogos que funcionam bem com seus celulares.</p>
<p>A Nokia              também criou o Trade Point, um projeto para intermediar negócios              entre desenvolvedores &#8211; cujos jogos receberam o selo &#8211; e operadoras              do mundo inteiro. &#8220;Não cobramos nada por isso. Queremos o maior              número possível de jogos compatíveis com celulares Nokia disponíveis              no mercado&#8221;, explica Claudio Raupp Fonseca, vice-presidente e              gerente geral da divisão de celulares da Nokia no Brasil. Neste              momento, a companhia está em fase de identificação e cadastramento              de desenvolvedores nacionais para o seu Trade Point.</p>
<p>A              Motorola firmou há três anos uma parceria com o Cesar para a criação              de games e aplicativos em J2ME por encomenda (leia mais no box à              pág. 26). O mesmo caminho agora está sendo trilhado pela              LG.</p>
<p>Modelo de negócios</p>
<p>Por se tratar de um mercado em              formação, há diversos modelos de negócios para o download de jogos              que convivem simultaneamente. O mais comum é a operadora oferecer              games em um portal WAP e cobrar pelo download, dividindo a receita              com os desenvolvedores. Mas há também portais independentes mantidos              por fabricantes, como fazem Siemens e Nokia na Europa. Nestes casos,              parte da receita destina-se aos donos dos portais, que mantêm os              jogos hospedados em seus servidores. As operadoras brasileiras devem              trabalhar com a opção de um portal próprio, mas a hospedagem dos              jogos poderá ser feita tanto internamente quanto por terceiros,              dependendo dos jogos. Por fim, há um modelo menos comum que dispensa              a operadora: o download do jogo é feito por um computador pessoal em              sites da internet e depois o arquivo é transferido por infravermelho              ao celular &#8211; o pagamento é via cartão de crédito através do              site.</p>
<p>O desenvolvedor fica com cerca de 50% a 80% do dinheiro              arrecadado com o download de seu jogo. A operadora retém entre 10% e              20%. Não raro há intermediários envolvidos, aos quais destinam-se              cerca de 30% do faturamento. Existem basicamente dois tipos de              intermediários: os publishers e os agentes. Os primeiros cuidam              apenas da venda do jogo para as operadoras. Os agentes fazem mais do              que isso: procuram para os desenvolvedores, junto a fabricantes e              operadoras, projetos de criação de novos jogos e              aplicativos.</p>
<p>A falta de tempo das operadoras para testar              mundialmente todos os jogos dos desenvolvedores criou uma              oportunidade para os intermediários. &#8220;O que fazemos é uma espécie de              garimpagem&#8221;, explica o diretor da LocZ, Carlos Estigarribia. Sua              empresa trabalha como agente no Brasil para um desenvolvedor              nacional e dez norte-americanos. Ele espera que TIM e Oi se              interessem por alguns dos 150 jogos que a LocZ dispõe em seu              catálogo.</p>
<p>Tal como o modelo de negócios, o formato do serviço              para o usuário também varia. A Vivo oferece duas opções: assinatura              mensal ou, a um preço mais alto, pagamento único para uso por tempo              ilimitado. Há alguns jogos que a operadora permite o download de uma              versão demo que pode ser jogada durante cinco minutos.</p>
<p>O              compartilhamento de receita da Vivo com a Qualcomm é na proporção de              15% para a fabricante e 85% para a operadora, a qual divide sua              fatia com o desenvolvedor do aplicativo. Se for um aplicativo com              muita utilização, o desenvolvedor fica com até 85% da receita, mas              se tiver baixo volume de download, sua cota cai para 55%. Uma              aplicação bem-sucedida pode ter cerca de 100 mil downloads/mês,              rendendo R$ 1 milhão de receita/mês, com 75% do valor para o              desenvolvedor.</p>
<p>O formato mais comum na Europa consiste em              oferecer o download gratuitamente ao usuário com apenas a primeira              fase do jogo liberada. Se o cliente quiser desbloquear as fases              seguintes, aí sim terá que pagar uma taxa. TIM e Oi devem adotar              esse formato. &#8220;A possibilidade de testar o jogo antes de comprar é              fundamental para o sucesso do serviço. Há centenas de jogos Java e a              simples descrição textual deles não é suficiente para o usuário              saber se gostará ou não&#8221;, afirma Soares, da TIM.</p>
<p>Oi e TIM              avaliam agora qual seria o preço mais adequado para o serviço. Nos              EUA e Europa, o valor oscila entre US$ 2 e US$ 4, mas pode chegar              até a US$ 19, se forem jogos feitos para PDAs e celulares mais              avançados.</p>
<p>O gerente de serviços de valor agregado do Telecom              Américas, Marco Quatorze, acredita que um preço abaixo de R$ 5 seria              ideal para deslanchar o serviço no Brasil. &#8220;Mas acho que devido aos              custos ficaremos com algo entre R$ 5 e R$ 20&#8243;, prevê. É dentro dessa              faixa que se encontram os primeiros cinco jogos da Vivo. O download              para uso ilimitado custa entre R$ 6,49 e R$ 7,99. &#8220;No nosso caso,              quem fixa o preço é o desenvolvedor&#8221;, explica Avelar.</p>
<p><em>*              Colaborou Ivone Santana</em></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="2" align="center" bordercolor="#cccccc">
<tbody>
<tr>
<td colspan="4">O AVANÇO DO JAVA</td>
</tr>
<tr>
<td bgcolor="#339999"></td>
<td bgcolor="#339999">2002</td>
<td bgcolor="#339999">2003</td>
<td bgcolor="#339999">2004</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Nº de celulares Java no Mundo</strong></td>
<td align="middle">44,9 milhões</td>
<td align="middle">86,4 milhões</td>
<td align="middle">151,8 milhões</td>
</tr>
<tr bgcolor="#f2f2f2">
<td><strong>Quanto representa no total de aparelhos do                    mundo</strong></td>
<td align="middle">11%</td>
<td align="middle">19%</td>
<td align="middle">30%</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="4"><em>Fonte: Zelos              Group</em></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="2" align="center" bordercolor="#cccccc">
<tbody>
<tr>
<td colspan="4">CELULARES CAPAZES DE FAZER DOWNLOADS NO                PAÍS</td>
</tr>
<tr>
<td bgcolor="#339999">MODELO</td>
<td bgcolor="#339999">FABRICANTE</td>
<td bgcolor="#339999">LINGUAGEM</td>
<td bgcolor="#339999">PREÇO*<br />
(em milhares de R$)</td>
</tr>
<tr align="middle">
<td>CDM9500</td>
<td>Audiovox Toshiba</td>
<td>Brew</td>
<td>2,5</td>
</tr>
<tr align="middle" bgcolor="#f2f2f2">
<td>T720</td>
<td>Motorola</td>
<td>Brew</td>
<td>1,6</td>
</tr>
<tr align="middle">
<td>388</td>
<td>Motorola</td>
<td>Java</td>
<td>1,8</td>
</tr>
<tr align="middle" bgcolor="#f2f2f2">
<td>7650</td>
<td>Nokia</td>
<td>Java</td>
<td>2,2</td>
</tr>
<tr align="middle">
<td>9210i</td>
<td>Nokia</td>
<td>Java</td>
<td>3,4</td>
</tr>
<tr align="middle" bgcolor="#f2f2f2">
<td>SL45i</td>
<td>Siemens</td>
<td>Java</td>
<td>2,9</td>
</tr>
<tr align="middle">
<td>C55</td>
<td>Siemens</td>
<td>Java</td>
<td>ND</td>
</tr>
<tr align="middle" bgcolor="#f2f2f2">
<td>M50</td>
<td>Siemens</td>
<td>Java</td>
<td>735</td>
</tr>
<tr align="middle">
<td>T300</td>
<td>Ericsson</td>
<td>Mophun</td>
<td>1,8</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="4"><em>ND – não disponível<br />
* Foram considerados                    os preços médios para planos pós-pagos na cidade de São Paulo.<br />
No caso dos celulares Java, não está incluído o                    custo do chip GSM.</em></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Celulares              versus videogames</strong><br />
Apesar da semelhança entre seus temas, os              jogos para celulares são bem diferentes daqueles de videogames e              computadores, em relação à quantidade de memória necessária para              armazená-los. Um jogo para celular ocupa cerca de 55 Kb, enquanto os              jogos para videogames demandam centenas de megabytes. O fato de              ocuparem pouca memória faz com que os jogos para celulares tenham              gráficos e sons com uma qualidade aquém do que a garotada está              acostumada hoje em dia. Mesmo assim, operadoras e fabricantes ao              redor do mundo apostam no potencial dos jogos em celulares. &#8220;A idéia              não é competir com os consoles de videogames. Os jogos em terminais              móveis são um passatempo para as pessoas quando elas estiverem no              metrô ou aguardando o início de uma aula&#8221;, explica o gerente de              projetos GSM da Ericsson, Vinícius Costa.</p>
<p>Outra diferença são              os desenvolvedores. A criação de aplicativos em Java e Brew para              terminais móveis é feita principalmente por pequenas e médias              empresas, enquanto nos videogames e computadores há gigantes como              Sega e Electronic Arts. &#8220;Os grandes desenvolvedores de jogos para              videogames e computadores não se interessaram ainda pelo mercado de              celulares porque a receita é pequena por enquanto&#8221;, explica Carlos              Estigarribia, diretor da LocZ.</p>
<p>Um passo importante na              aproximação entre celulares e videogames será dado no próximo Natal,              com o lançamento do N-Gage, um console móvel de videogame criado              pela Nokia que servirá também como um celular. Em vez de serem              carregados via download, os jogos serão vendidos em cartões de              memória, com capacidade de 16 Mb. A linguagem de programação para os              jogos do N-Gage é a C++, comum em videogames. O console será vendido              não só nos distribuidores normais de celulares, mas também em lojas              de brinquedos.</p>
<p>&#8220;O N-Gage alia mobilidade à possibilidade de              realizar partidas em rede, via Bluetooth ou GPRS. Nenhum console de              videogame tem essas duas qualidades ao mesmo tempo&#8221;, destaca o              vice-presidente e gerente geral da divisão de celulares da Nokia no              Brasil, Claudio Raupp Fonseca. Os preços do aparelho e dos jogos              ainda são mantidos em sigilo.</p>
<p>Também deve chegar ao Brasil,              no segundo semestre, o &#8220;Smartphone&#8221;, celular que utiliza plataforma              da Microsoft. Sua interface se assemelha à do Windows, é possível              fazer o download de jogos e aplicativos de cerca de 20 linguagens              diferentes.</p>
<p><strong>Cooperação deve ser a estratégia das teles              locais</strong><br />
A NTT DoCoMo é o maior case mundial de sucesso em              entretenimento na internet móvel. Em apenas quatro anos conquistou              37,5 milhões de assinantes ativos i-mode pagantes. O idealizador do              serviço e diretor de gerenciamento de estratégia, Takeshi Natsuno, a              pedido de TELETIME dá um conselho às operadoras brasileiras: &#8220;É              necessário ter um modo de pensar a internet, que não seja uma              estratégia de telecomunicações no velho estilo, mas baseada na              cooperação e coexistência com outros players no mercado.&#8221; E o              executivo acrescenta: &#8220;Também é importante abordar a internet com as              tecnologias preexistentes.&#8221;</p>
<p>Natsuno diz que para criar uma              relação ganha-ganha entre operadores e seus parceiros é preciso              haver uma estratégia de tecnologia, modelo de negócios e marketing.              Não revela quanto sua empresa ganha com games, mas diz que existem              aproximadamente 250 sites deste gênero no Japão. E em muitos casos,              um provedor de conteúdo de game oferece mais de um jogo por site. Há              ainda a oferta de games por provedores de sites genéricos.</p>
<p>Os              games são mantidos e controlados por seus respectivos provedores de              conteúdo, o que dificulta o levantamento de estatísticas, como              tráfego gerado e volume de download exclusivamente com games,              segundo Natsuno.</p>
<p>Para que o i-mode desse certo, Natsuno              decidiu abrir mão do compartilhamento da receita gerada com o              serviço: &#8220;Eu tinha que fornecer o melhor modelo de negócios ou não              teria conteúdo.&#8221; O e-commerce na sua rede atingiu US$ 1 bilhão, no              ano passado, mas a DoCoMo não tem qualquer participação. &#8220;Gero um              monte de dinheiro, mas isto não significa nada para mim&#8221;, afirma              Natsuno, acrescentando que a origem de sua receita está 98% no              tráfego em sua rede e uma pequena quantia vem de participações em              transações por meio de seu sistema de pagamentos.</p>
<p>Para              aumentar o faturamento, introduziu a linguagem Java para jogos. Do              total de assinantes do i-mode, mais de 17 milhões, ou 45% da base,              utilizam handsets compatíveis com Java. Os telefones com este              aplicativo usam mais que o dobro da rede em relação aos aparelhos              comuns. Num período de dois anos, diz o executivo, mais de 10% da              população japonesa passou a utilizar Java. O assinante paga uma taxa              de assinatura mensal, e se fizer o download de algum jogo que não              gostou é só apagá-lo, sem perder nada com isto.</p>
<p>Sua              estratégia de favorecer os parceiros no desenvolvimento de              aplicativos deu certo. Hoje conta com mais de 2,3 mil empresas de              conteúdo que oferecem cerca de 3,4 mil sites aos usuários, além de              61 mil sites voluntários registrados. &#8220;O fornecimento de conteúdo é              uma bola de neve: quanto mais assinantes, mais provedores e              vice-versa&#8221;, diz o diretor da DoCoMo. &#8220;Quando este ciclo de feed              back positivo começa, é um crescimento sem fim.&#8221;</p>
<p>Segundo o              executivo, para que a cadeia de valor dê certo tudo tem que estar              interligado: &#8220;A evolução do conteúdo deve estar relacionada à              evolução dos aparelhos e da rede, é preciso sincronização &#8211; limitar              a evolução tecnológica para o usuário se adaptar.&#8221;</p>
<p>Natsuno              acredita que para o cliente não importa qual seja a geração              tecnológica; ele só precisa de 3G porque é mais barato. Como o              assinante paga por comutação de pacotes, sabe que se o tráfego for              mais rápido pagará mais, o que não deseja. Portanto, sua estratégia              para a 3G em 2004 é oferecer preços baixos, e quando atingir uma              massa crítica, poderá ter conteúdo exclusivo para essa faixa de              público.</p>
<p><strong>Os jogos em números</strong></p>
<ul type="disc">
<li>Aproximadamente US$ 250 milhões: Receita que o mercado mundial                de download de jogos em celulares e de realização de partidas                on-line, usando a rede das companhias de telefonia móvel, deve                gerar este ano.</li>
<li>Aproximadamente US$ 3,5 bilhões: Receita que o mercado mundial                de download de jogos em celulares e de realização de partidas                on-line, usando a rede das companhias de telefonia móvel, deve                gerar em 2007.</li>
<li>Entre US$ 2 e US$ 4: Preço médio do download de um jogo nos                EUA e na Europa.</li>
<li>1 mil: Média de downloads /mês por jogo em operadoras nos EUA                e Europa.</li>
<li>300 mil: Número de celulares com Brew que a Vivo espera vender                até dezembro.</li>
</ul>
<p><strong>Nordeste destaca-se na              exportação</strong><br />
Mais de mil jogos e aplicativos em Java oriundos              de 23 países participaram da primeira edição do Asia Java Mobile              Challenge, concurso realizado ano passado, em Singapura. Entre os              cinco vencedores escolhidos pelo público estava o brasileiro &#8220;Sea              Hunter&#8221;, desenvolvido pelo Centro de Estudos em Sistemas Avançados              do Recife (Cesar). Durante os três meses da etapa final, em que 20              jogos e aplicativos puderam ser carregados de graça nos celulares              dos cerca de 30 milhões de usuários da SingTel, operadora de              Singapura que organizou o concurso, houve mais de 10 mil downloads              do &#8220;Sea Hunter&#8221;. Desta forma, o Brasil passou a figurar no mapa              mundial de desenvolvedores de aplicativos em Java para              celulares.</p>
<p>O resultado foi que o Cesar assinou um contrato              com a SingTel e desde o final de abril os assinantes da operadora              podem fazer o download de cinco jogos desenvolvidos pela companhia              brasileira. &#8220;Estamos também negociando com outras duas empresas da              Ásia e duas da Europa&#8221;, informa o gerente responsável pelos projetos              wireless do Cesar, Haim Mesel.</p>
<p>A produção de jogos em J2ME              pelo Cesar foi iniciada em 2000, a partir de uma parceria firmada              com a Motorola &#8211; renovada este ano por R$ 3 milhões. De lá para cá,              mais de 25 jogos e aplicativos foram desenvolvidos pelo Cesar em              J2ME, a maioria para o fabricante de celulares. &#8220;A Motorola fica com              o copyright e pode incluir os jogos em seus terminais ou negociar              com operadoras&#8221;, explica Mesel. &#8220;Escolhemos o Cesar porque eles já              tinham expertise em Java e o custo de desenvolvimento no Brasil é              mais barato que lá fora&#8221;, explica o gerente de projetos da área Java              da Motorola, José Luiz Barletta.</p>
<p>Outro desenvolvedor              brasileiro que está exportando jogos em Java é a Sollipsis, sediada              na Paraíba. A empresa está para firmar contratos com duas grandes              operadoras de telefonia móvel norte-americanas que pretendem              oferecer aos assinantes cinco de seus jogos. A principal aposta da              Sollipsis está no &#8220;Key Dance&#8221;, game que consiste em seguir os passos              de dança que aparecem na tela usando as teclas do celular. &#8220;Queremos              vender 20 mil cópias de cada um desses jogos nos EUA&#8221;, relata Herval              Freire, diretor da Sollipsis. O preço acertado para o download é de              US$ 3,99. Até o final deste ano a empresa pretende criar mais 20              jogos e lançar uma versão em Brew.</p>
<p>Para entrar no mercado              norte-americano, a Sollipsis contou com a ajuda de um agente              brasileiro, a LocZ, que montou em janeiro uma filial nos EUA para              intermediar tanto a exportação de jogos brasileiros quanto a              importação de games norte-americanos.</p>
<p><em>Por Fernando Paiva,              do Rio </em><em>de Janeiro</em></p>
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		<title>Tecnologia nacional chega aos EUA</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Aug 2003 00:12:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>herval</dc:creator>
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		<description><![CDATA[LocZ aproveita-se da alta do dólar para criar braço Mobile focado no mercado internacional
O câmbio alto tem assustado muitos investidores, mas também está impulsionando a expansão de algumas empresas brasileiras que vêem no cenário atual uma chance de faturar no mercado internacional. A carioca LocZ Tecnologia Multimídia é um bom exemplo dessa inversão desbravadora de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>LocZ aproveita-se da alta do dólar para criar braço Mobile focado no mercado internacional</em></p>
<p>O câmbio alto tem assustado muitos investidores, mas também está impulsionando a expansão de algumas empresas brasileiras que vêem no cenário atual uma chance de faturar no mercado internacional. <span id="more-7"></span>A carioca LocZ Tecnologia Multimídia é um bom exemplo dessa inversão desbravadora de novos mercados.  A empresa criou o braço LocZ Mobile especializado no desenvolvimento de aplicações para celulares com um extenso catálogo de aplicativos WAP, SMS e MMS e desenvolveu produtos para a Oi; TIM; Telefônica Celular; Telemig e Amazônia Celular. No ano passado, vendeu tecnologia para a Telefónica Perú e agora está abrindo um escritório nos Estados Unidos, voltado para o público americano. &#8220;Conseguimos, no final de 2002, contratos com operadoras peruanas e chilenas. Diante dessa nova perspectiva, concluímos que, para sermos levados a sério no mercado americano, é necessário estar lá, ser uma empresa &#8220;americana&#8221;. Após alguns bons contatos com operadoras americanos, vimos que era chegada a hora de estar lá fisicamente&#8221;, explica Carlos Estigarribia, sócio-diretor da empresa.  A proposta da LocZmobile USA é levar produtos brasileiros, inclusive de outras empresas, sob forma de representação, ao mercado norte-americano e também trazer produtos de empresas americanas para o Brasil. A nova filial foi aberta em Atlanta, em uma opção de cidade definida por custo e contatos. &#8220;É uma cidade de negócios onde empresas como Coca-Cola e BellSouth estão, sem a violência de Miami ou os altos custos de Chicago e Nova York&#8221;, diz Estigarribia. A abertura da filial teve investimento de US$ 50 mil e coincidiu com a entrada de um novo sócio, Renato Andrade, que conta com larga experiência no mercado de telefonia.  As perspectivas de faturamento são promissoras. Para 2004, eles projetam um faturamento de U$ 200 mil e, para 2005, de U$ 500 mil. No momento, estão assinando dois contratos com operadoras de telefonia móvel para o lançamento de produtos com estréia prevista para julho, temporada do verão americano. &#8220;Esses são os primeiros contratos, mas temos um produto de notícias em espanhol que deve se aplicar bem ao mercado latino dentro dos USA&#8221;, antevê Andrade. Além disso, já representam a argentina M-joy e três empresas brasileiras, uma da Paraíba (Sollipsis Interactive), outra em Recife e outra em Minas Gerais.</p>
<p><em>Por Lenke Pavetits, do Rio</em></p>
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		<title>DigitalMemory Gets 2nd Place</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jul 2003 00:15:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>herval</dc:creator>
				<category><![CDATA[Posts in English]]></category>
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		<description><![CDATA[Nokia&#8217;s &#8220;Mobilidade&#8221; contest takes              DigitalMemory into second place on the &#8220;productivity&#8221;              category
The Nokia&#8217;s &#8220;Mobilidade&#8221; contest, held in             [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Nokia&#8217;s &#8220;Mobilidade&#8221; contest takes              DigitalMemory into second place on the &#8220;productivity&#8221;              category</em></p>
<p>The Nokia&#8217;s &#8220;Mobilidade&#8221; contest, held in              Brazil, gave prizes to a total of 7 applications in the &#8216;Games&#8217; and              &#8216;Productivity Apps&#8217; categories. Over 200 applications and games were              submitted to the contest, and DigitalMemory took second place in the              &#8220;Productivity for the Series 40&#8243; category.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Share Your Thoughts with MyLogger</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Jul 2003 00:16:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>herval</dc:creator>
				<category><![CDATA[Posts in English]]></category>
		<category><![CDATA[Mobile]]></category>
		<category><![CDATA[Products]]></category>
		<category><![CDATA[Releases]]></category>

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		<description><![CDATA[Sollipsis launches a new, intelligent tool for Blog users

Weblogs (also known as Blogs) are one of the Internet&#8217;s most interesting tools. Seen as a major source of information to many Internet users, Blogs are the place to find useful information quickly, to get in touch with other people, and to share useful thoughts.
MyLogger is the [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Sollipsis launches a new, intelligent tool for Blog users<br />
</em></p>
<p>Weblogs (also known as Blogs) are one of the Internet&#8217;s most interesting tools. Seen as a major source of information to many Internet users, Blogs are the place to find useful information quickly, to get in touch with other people, and to share useful thoughts.<span id="more-15"></span></p>
<p>MyLogger is the first Weblog client built to run specially on J2ME enabled phones. It enables weblogger users to post new messages, edit or delete published ones on multiple weblogs at the same time, all stored on the same phone, with an easy to use interface.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sollipsis Interactive no Venture Forum Brasil</title>
		<link>http://www.sollipsis.com/2003/05/28/sollipsis-interactive-no-venture-forum-brasil-br/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 May 2003 00:13:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>herval</dc:creator>
				<category><![CDATA[Posts em Português]]></category>
		<category><![CDATA[Clipping]]></category>
		<category><![CDATA[Investors]]></category>

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		<description><![CDATA[Empresas de              tecnologia se apresentam para investidores
MCT em              Pauta
Nesta quinta-feira, dia 29, durante o Venture Forum,              [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Empresas de              tecnologia se apresentam para investidores</em></p>
<p>MCT em              Pauta</p>
<p>Nesta quinta-feira, dia 29, durante o Venture Forum,              foram apresentados dez empreendimentos de todo o Brasil, entre os              quais uma empresa do Maranhão (CONER) com um dispositivo que acende              normalmente lâmpadas fluorescentes queimadas, a empresa paulista              DOTZ, especialista em marketing de fidelização, e uma empresa              carioca precursora no mercado de downloads de música pela internet &#8211;              a IMUSICA. O Venture Forum Brasil é um evento organizado pela FINEP              para aproximar empresas de tecnologia de investidores de capital de              risco.<span id="more-9"></span></p>
<p>Estiveram presentes 39 investidores de capital de              risco de diversos fundos, entre os quais CRP, DECISÃO, DYNAMO,              ECCELERA, E-PLATTFORM, FIR, GP, INTEL CAPITAL, MERCATTO e STRATUS.</p>
<p>Encerrando a oitava edição do Venture Forum Brasil, dia 30              de maio ocorrerá um seminário sobre mercado de capitais e política              de tecnologia e industrialização, com representantes dos governos              federal e estadual, investidores e empresários. Mais informações              pelos telefones (21) 2555-0445, 2555-0273 e 2555-0322.</p>
<p>Veja              o perfil das empresas que se apresentaram:</p>
<p>CONNER</p>
<p>A              Conner é uma empresa de desenvolvimento de tecnologia que tem como              principal produto o Poupaluz &#8211; um pequeno dispositivo eletrônico,              instalado nos sistemas de iluminação com lâmpadas fluorescentes. O              produto proporciona uma economia de 40% no consumo de energia              elétrica, prolonga em até 5 vezes a vida útil da lâmpada e acende              normalmente as lâmpadas queimadas. A Sadia, Cosipa e 3M do Brasil              são alguns exemplos de empresas no Brasil que buscam a eficiência              energética.</p>
<p>O Poupaluz tem as dimensões de um reator              convencional, é fácil de ser instalado, preserva o investimento              inicial (aproveita a instalação existente) e otimiza o sistema de              iluminação. As suas características foram testadas e comprovadas              pela Divisão de Engenharia e Qualidade da Eletronorte-MA. Recebeu              ainda o Prêmio FINEP de Inovação Tecnológica 2002 – Região Nordeste,              e foi recomendado pelo Sebrae-MA por estar em consonância com o              programa Energia Brasil do governo federal e pelos benefícios ao              meio ambiente.</p>
<p>DOTZ</p>
<p>A Dotz é uma empresa das áreas              de Tecnologia e Marketing de Serviços, que desenvolve soluções              integradas, como Programas de Fidelização (Loyalty), Programas de              Incentivos, Projetos de Aquisição, Retenção e Monetização de              Clientes, Marketing de Relacionamento e DBM, oferecendo solução em              todo o escopo – diagnóstico, planejamento e viabilidade econômica,              estrutura tecnológica, criação,comunicação e premiação.</p>
<p>Como              um de seus maiores ativos, a Dotz possui plataforma tecnológica              própria, desenvolvida, implementada e gerenciada por sua equipe de              IT utilizando tecnologias de ponta (Java e .NET). Sua arquitetura              contempla soluções integradas e escaláveis de pontuação              (multi-plataforma e multi-moeda), premiação (EDI com os maiores              fornecedores) e gestão operacional e mercadológica (customer              services, gerenciamento de contas e promoções, database marketing,              etc).</p>
<p>EDUWEB</p>
<p>A EduWeb é uma empresa proveniente da              Incubadora da PUC-Rio, com cinco anos dedicados exclusivamente ao              mercado de e-learning. O objetivo da empresa é oferecer tecnologia,              serviços e conteúdos nesse novo e promissor segmento. O e-learning              vem sendo adotado nas empresas em busca de agilidade no processo e              redução de custo.</p>
<p>Parceira estratégica do Laboratório de              Engenharia de Software (LES) da PUC-Rio, na área de desenvolvimento              de soluções tecnológicas, a EduWeb trabalha constantemente para              atualizar e manter a qualidade do software de e-learning AulaNet,              que teve seu núcleo desenvolvido no LES.</p>
<p>O AulaNet é uma              ferramenta de criação e gestão de cursos baseados na Web que pode              ser usada também como complementação às atividades de educação              presencial e treinamento de profissionais. Utilizado por empresas,              instituições governamentais e acadêmicas de todo o país, seu              download pode ser feito gratuitamente pelo site da EduWeb. Mais de              4.700 AulaNets já foram instalados até hoje no Brasil e exterior.</p>
<p>IMUSICA</p>
<p>A iMusica é uma empresa do ecossistema              IdéiasNet, que provê soluções B2B para distribuição digital de              música e outras mídias digitais para sites, portais, lojas de              comércio eletrônico e devices, oferecendo o primeiro sistema de              venda legalizada de música via &#8220;download&#8221; no Brasil com tecnologia              de DRM (Digital Rights Management).</p>
<p>A empresa se estrutura              em três áreas ou unidades de negócio:</p>
<p>Franquia Virtual &#8211;              unidade de negócio que explora parcerias com portais e sites,              permitindo que estes disponibilizem para seus usuários o download de              músicas licenciadas, sem ter que desenvolver a solução tecnológica e              obter o licenciamento junto aos detentores de conteúdo.</p>
<p>Clearing &#8211; é a área que gerencia as licenças de uso de mídia              digital, emitindo autorizações de uso da mídia digital licenciada              aos usuários, e reparte e encaminha proporcionalmente os recursos              obtidos a seus respectivos detentores.</p>
<p>Encoding &#8211; unidade de              negócio responsável pela digitalização, empacotamento e encriptação              de conteúdo audiovisual. Esta área digitaliza todo o conteúdo              licenciado para a iMusica, além de atender a demandas externas.</p>
<p>JME INFORMÁTICA</p>
<p>A JME Informática desenvolve e              fornece sistemas informatizados de gestão hospitalar e laboratorial,              atendendo empresas deste setor de modo a torná-las 100% integradas e              informatizadas.</p>
<p>Os dois produtos comercializados pela              empresa possuem as mesmas características, se diferindo nos módulos              oferecidos e na unidade de aplicação. O SISHOS é o sistema de gestão              para hospitais de pequeno e médio porte e o SISLA é o sistema de              gestão para laboratórios de análises clínicas.</p>
<p>Algumas das              principais características destes produtos são: aumento da qualidade              e produtividade dos serviços; interface amigável com o usuário;              fácil adaptação por parte do corpo clínico; rápida parametrização e              customização; baixo custo de implantação; módulos totalmente              integrados; sistema completo instalado em hospitais gerais e              universitários com mais de 500 leitos; segurança das informações;              integração com ferramentas MS-OFFICE; integração com tecnologias de              computação móvel e internet.</p>
<p>OSX</p>
<p>A OSX trabalha no              desenvolvimento e comercialização de soluções (produtos e              Professional Services) de garantia de desempenho para redes de              telecomunicações, de uso público ou privado, cobrindo as áreas de              Service Fulfillment (Atendimento da Demanda), Service Assurance              (Aproveitamento da Capacidade Instalada) e Revenue Assurance              (Conversão em Receita do Serviço Prestado).</p>
<p>As soluções              baseiam-se no tratamento em tempo real de registros de ocupação das              redes, fornecendo on-line, informações essenciais quanto ao perfil              de uso dos recursos da rede, dos clientes e dos serviços, os              interesses de tráfego, a qualidade percebida e a eficácia do sistema              de tarifação.</p>
<p>A OSX oferece ainda, de forma sinérgica às              soluções, Professional Services, baseados em metodologia              proprietária e no expertise em Gerência de Telecomunicações, focados              no diagnóstico e ranqueamento de oportunidades de garantia de              serviço e de receita, com recomendações de ações para aproveitamento              efetivo dessas oportunidades, incluindo a customização de              macrofluxos em software de workflow para garantia dos processos              estabelecidos.</p>
<p>QUANTIC SYSTEMS</p>
<p>A Quantic Systems              planeja, desenvolve e implementa as mais completas soluções para o              gerenciamento de vendas através de delivery. O foco da empresa são              as redes de fast food, um mercado que movimento anualmente US$ 414              bilhões em todo o mundo, composto de mais de 200 mil restaurantes.</p>
<p>O principal produto da Quantic Systems é o Xdelivery, um              conjunto de aplicações e métodos que gerenciam o processo de venda              em redes de fast food através do canal de delivery. Totalmente              baseado no modelo ASP (Aplication Service Provider), banco de dados              ORACLE e plataforma UNIX/LINUX, possui um baixo investimento inicial              e um modelo de faturamento à base de venda de licenças anuais.</p>
<p>SCUA INFORMATION SECURITY</p>
<p>A SCUA Information              Security desenvolve e comercializa produtos voltados à autenticação,              autorização e administração de segurança, além de outros voltados à              confidencialidade de informações, utilizando criptografia.</p>
<p>A              empresa oferece mais de 10 produtos, divididos em três categorias:              identificar pessoas, envolvendo biometria, smartcards, minikeys e              outras tecnologias, associadas a filosofia de senha única para todas              as aplicações (Single Sign-On) integrados a certificados digitais;              confidencialidade de informações, utilizando tecnologia de controle              de acesso e de criptografia com PKI e ferramentas de gestão de              segurança, a partir de inventário e análise de uso dos recursos de              TI. A SCUA ainda presta serviços agregados aos seus produtos, com              receita recorrente, envolvendo manutenção e suporte, além de              implantação e configuração das soluções que fornece. Novos produtos              e a evolução dos atuais já estão previstos e em andamento.</p>
<p>SOLLIPSIS</p>
<p>A Sollipsis é a primeira empresa              brasileira focada no desenvolvimento de jogos para plataformas              móveis – computadores portáteis e telefones celulares de última              geração – e tem como principal missão a produção e lançamento de              soluções em entretenimento digital</p>
<p>Os jogos desenvolvidos              pela empresa são especialmente projetados para as plataformas              operacionais SymbianOS, BREW e J2ME. Os primeiros produtos              comercializados focam os dispositivos celulares com suporte à              tecnologia Java e encontram-se em fase de distribuição em operadoras              de telefonia dos Estados Unidos e Europa, através de publishers              internacionais.</p>
<p>SPREENT SOFTWARE</p>
<p>A Spreent Software              é uma empresa em fase de constituição, subsidiária da International              Syst S/A &#8211; empresa criada em 1996 com o propósito de oferecer a seus              clientes produtos e serviços de Tecnologia da Informação. O objetivo              da Spreent é a criação e comercialização de ferramentas de              desenvolvimento de sistemas de informação para diversas plataformas              e consultoria em processos de engenharia de software, e seu              principal produto é o Spreent.</p>
<p>O produto é uma tecnologia              completa de desenvolvimento de software, que possibilita a criação              mais rápida e fácil de sistemas de informação corporativos, com              interface web, para execução em redes locais ou internet, preparados              para suportar um grande número de usuários executando alto volume de              transações simultâneas. O Spreent é oferecido em duas linhas: o              SPREENT PROFESSIONAL, para ambiente Microsoft VB6/ASP e Microsoft VB              .NET, e o SPREENT ENTERPRISE para ambientes JAVA J2EE e Microsoft C#              .NET.</p>
<p>Os produtos Spreent são destinados a profissionais              envolvidos em todas as etapas do desenvolvimento de sistemas              (developers). Entre estes estão: empresas de desenvolvimento de              software em geral (integradoras, software houses), empresas de              grande e muito grande porte e empresas produtoras de ferramentas e              tecnologias de software.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.venturecapital.gov.br/vcn/vf8_GN.asp">http://www.venturecapital.gov.br/vcn/vf8_GN.asp</a></p>
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		<title>Tecnocoop</title>
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		<pubDate>Tue, 27 May 2003 04:04:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>herval</dc:creator>
				<category><![CDATA[Posts em Português]]></category>
		<category><![CDATA[Clients]]></category>
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		<category><![CDATA[Web]]></category>

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		<description><![CDATA[A Sollipsis foi contratada para desenvolver um sistema de coleta de dados móvel para a plataforma PalmOS &#8211; o sistema foi utilizado em pesquisas de campo relativas aos serviços comunitários de saúde pública de diversas cidades do estado do Rio de Janeiro.
Além do desenvolvimento do sistema móvel, a Sollipsis também trabalhou no desenvolvimento do sistema [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tecnocoop.com.br"><img class="alignleft" src="http://www.tecnocoop.com/logo.gif" alt="" width="193" height="50" /></a>A Sollipsis foi contratada para desenvolver um sistema de coleta de dados móvel para a plataforma PalmOS &#8211; o sistema foi utilizado em pesquisas de campo relativas aos serviços comunitários de saúde pública de diversas cidades do estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>Além do desenvolvimento do sistema móvel, a Sollipsis também trabalhou no desenvolvimento do sistema <a href="http://www.socialcred.com.br/novo/index.html" target="_blank">SocialCred</a> &#8211; um sistema web de aprovação de crédito para empresas de pequeno porte e micro-empresas.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
	</channel>
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